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No dia 18 de junho, a Netflix libera os 12 episódios finais de Baki-Dou: O Samurai Invencível de uma vez. Sim, todos. Episódios 14 a 25, inteiros, esperando você entrar em colapso no sofá.

O que aconteceu

A Parte 1 chegou em 26 de fevereiro de 2026 com 13 episódios e uma premissa absurda: um grupo de cientistas ressuscitou uma clonagem de Musashi Miyamoto — o maior espadachim da história do Japão — a 364 metros abaixo da Tokyo Skytree.

O motivo? Os melhores lutadores do mundo estão entediados. Baki Hanma, filho do monstro mais forte da Terra, está literalmente bocejando enquanto despenca escadas abaixo ou derrota campeões de MMA. Nada no mundo moderno dá a ele qualquer adrenalina.

A solução lógica, obviamente, é trazer de volta um samurai morto do período Edo.

Por que isso importa

Baki é uma franquia de 30 anos. Sete séries de anime, dezenas de mangás e uma legião de fãs que cresceram assistindo absurdos físicos que desafiam toda lei da biomecânica com o maior prazer do mundo.

Mas Baki-Dou faz algo diferente: em vez de trazer mais um guerreiro superpoderoso do presente, coloca no ringue um personagem histórico real — Miyamoto Musashi, autor de O Livro dos Cinco Anéis, considerado o samurai mais letal que já existiu. Enquanto os lutadores modernos dependem de força bruta, agarrões e impacto muscular, Musashi corta com uma precisão letal que nenhum deles está preparado para enfrentar.

A Parte 2 encerra o arco do Samurai Invencível com as batalhas que a comunidade espera há meses: Pickle, Izo Motobe, Kaoru Hanayama — e, claro, Baki Hanma. A animação é do TMS Entertainment, mesmo estúdio de Sakamoto Days e Dr. Stone. A trilha varia entre o rock pesado de “MUSASHI” pela banda Chevon no opening e o drama de “KATANA” pelo J SOUL BROTHERS III no ending.

O que a comunidade está dizendo

A vocalizista da Chevon, Mayu Yaginu, declarou que Baki-Dou é o arco favorito dela em toda a franquia — e citou a luta entre Musashi e Motobe como “uma das batalhas mais humanas e emocionalmente impactantes de toda a série.”

Vale lembrar que ela está falando de uma série onde personagens já sofreram danos que desafiam qualquer manual de anatomia. Quando alguém diz “emocionalmente impactante” nesse contexto, é para levar muito a sério.

No Reddit e no X, a contagem regressiva para o dia 18 já virou meme. Boa parte da comunidade está revisitando a Parte 1 inteira essa semana só para entrar na Parte 2 com tudo fresco.

O que esperar a partir de agora

Os 12 episódios chegam juntos em 18 de junho. A TMS Entertainment e a Netflix terão um painel no Anime Expo 2026, em Los Angeles, no dia 3 de julho — com o editor de mangá Yuki Yokoi e o produtor Takayoshi Aso. Provavelmente teremos anúncios sobre o futuro da franquia por lá.

Opinião cafeinada — tô ansiosa e não tenho vergonha

Eu e o Diego assistimos a Parte 1 juntos e foi fisicamente perturbador. No bom sentido. Tem uma batalha específica que faz você questionar tudo que sabe sobre o que é “luta justa” dentro de uma ficção de combate — e envolve exatamente Musashi fazendo algo que nenhum personagem do universo Baki estava preparado para ver.

Dois dias. Doze episódios de uma vez. Diego já está avisado que o final de semana tem destino.

☕☕☕☕½ — a expectativa já merece esse rating.

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